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Novas tecnologias auxiliam as empresas no retorno às atividades

Por Marcus Vinicius Rocha

A pandemia do novo Coronavírus impôs uma nova e dura realidade à sociedade global. As maiores economias pararam completamente por cerca de dois meses e há setores onde as atividades ainda não foram retomadas por completo. Para o retorno seguro criou-se o termo “novo normal”, e ainda que esse termo desagrade uns e outros, não se pode refutar as novas medidas sanitárias estabelecidas para minimizar a contaminação da Covid-19.

A paralização prolongada nas atividades da indústria e do comércio é determinante para a falência das empresas e para garantia de empregos, principalmente nos pequenos negócios. No entanto, sem garantias reais de segurança, cresce o medo que desmotiva os colaboradores e que pode se agravar com quadros de estresse e ansiedade, e que também afasta os consumidores. A combinação destes fatores é tão prejudicial para o empreendimento quanto a paralização total das atividades.

Para evitar a propagação da doença e conservar a força de trabalho o segmento industrial adotou medidas como a divisão de trabalhadores e o aumento de turnos para diminuir a densidade de pessoas. Aumento na frota de transporte, adoção de tapetes higienizadores para eliminar partículas virais nas solas dos calçados, dispensadores com álcool em gel distribuído pelo interior da empresa e distribuição de máscaras. Além disso, em algumas fábricas, o café da manhã passou a ser servido em kits para evitar aglomerações em torno de uma única mesa.

Outras medidas também foram adotadas antes do retorno às atividades como protocolos de afastamento imediato por até 14 dias para aqueles que apresentem sinais da Covid-19.  Orientação prévia aos funcionários que retornarão às empresas, aumento no número de faxinas e home office para parte dos setores administrativos. De todo modo, as medidas somam-se aos esforços sanitários realizados pelos governos estaduais e municipais.

Uma das principais preocupações das empresas é com relação à decisão do STF que classificou a contaminação por Covid-19 como acidente de trabalho. Como consequência da suspensão do artigo 29 da Medida Provisória 927/2020, “o empregador deverá provar que cumpriu o seu papel de oferecer um ambiente de trabalho seguro. O empregador estará encarregado de provar que adotou todas as medidas necessárias para preservar a saúde dos seus trabalhadores.” As empresas terão que manter registro de todas as medidas preventivas adotadas para prevenir o contágio pelo vírus, pois será necessário apresentá-la em possível discussão judicial.

retorno às atividades
Empresa se preparando para a retomada das operações

Nesta nova realidade, as tecnologias criadas para otimizar e gerar mais eficiência nas operações industriais e do dia a dia, agora podem contribuir para oferecer mais segurança no ambiente de trabalho. No caso da necessidade de manter os registros das medidas preventivas adotadas, principalmente nas grandes empresas, isso só pode ser realizado com automação tecnológica, pois o controle manual fica inviável.

Pensando nisso, a Konitech lançou a solução SmartPass, que faz o controle de acesso por reconhecimento facial, permitindo a entrada apenas daqueles que estiverem utilizando máscara e que não tenham a temperatura corporal elevada.

Utilizando inteligência artificial e uma câmera de alta definição, o software é capaz de detectar a utilização correta da máscara daqueles que se aproximam da entrada. O software também utiliza um sensor infravermelho que faz a aferição corporal para detectar se o visitante está febril. A solução fica conectada a um sistema na nuvem que faz a gestão dos dados e pode gerenciar vários acessos. Ainda assim, o SmartPass tem capacidade para armazenar todos os dados internamente, operando de maneira off-line.

O sistema permite a configuração remota do equipamento para a realização de cadastro e/ou remoção de pessoas para incluir a imagem do rosto para o reconhecimento facial e acesso a todos os registros de passagem. O hardware de inteligência artificial é tão preciso que pode fazer o reconhecimento das pessoas já cadastradas mesmo com parte do rosto coberto pela máscara.

Para Flavio Maeda, diretor da Konitech, a tecnologia de reconhecimento facial evoluiu muito nos últimos anos, permitindo maior precisão, trazendo mais segurança no controle de acesso. “O reconhecimento facial é uma tecnologia que tende a ficar mesmo depois da pandemia, porque é uma forma de biometria para controle de acesso. Mais segura porque diferentemente de crachás e de cartões que podem ser trocados e perdidos, a biometria facial não pode ser trocada”, assegura Maeda.

A tecnologia é ideal para as empresas que precisam controlar o acesso de seus funcionários e visitantes em conformidade com as medidas sanitárias adotas pelas prefeituras e governos estaduais, que exigem a aferição de temperatura, principalmente onde há um grande fluxo de pessoas. Desta maneira, a adoção preventiva dos protocolos será otimizada, uma vez que seja detectado alguma anomalia no ambiente de trabalho.

A solução está sendo demandada por indústrias, condomínios empresariais, escolas, universidades e órgãos públicos. O SmartPass pode ser instalado em catracas, portas automáticas ou mesmo em totens e paredes. O sistema também pode ser integrado a outros sistemas da empresa, como ERP, controle de acesso e ponto eletrônico.

Ele pode ser fornecido completamente na modalidade “As A Service”, que é a possibilidade de locação dos equipamentos para facilitar o acesso à solução, tendo em vista a restrição de caixa que muitas empresa estão enfrentando.

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Sobre o autor: Marcus Vinicius Rocha é jornalista formado pela Faculdade Estácio de Sá. Radialista formado pelo Centro Técnico Vasco Coutinho. Fotógrafo, Produtor Audiovisual e escritor especializado em comunicação empresarial.

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