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ROI

Por Jenna Koo

Empresas farmacêuticas e de dispositivos médicos compartilham suas experiências com a transformação de suas operações com plataformas digitais como a da Tulip. Esta é a parte final de uma série de três partes. Leia e a segunda parte aqui.

Pergunta: Sobre o cumprimento das GMPs, quão importante isto é e precisa mudar?

O papel obviamente traz à tona a conversa sobre as GMPs (Good Manufactoring Practices ou em português, Boas Práticas de Fabricação). O que você vê nos clientes ao tentar separa-los dessa obsessão pelo papel? Veja o que David tem a oferecer:

Respostas:

(David Holt, FactoryTalk) Pessoalmente, acredito que tem a ver com os sistemas atualmente disponíveis. Grande parte da queda na tentativa de não usar papel aconteceu porque os MES(es) tradicionais mudaram de software customizado, que atendia aos requisitos no nível local, para esses grandes sistemas padronizados, que não são particularmente flexíveis. Na verdade, o que precisava acontecer nessa mudança era dar às pessoas a flexibilidade de fazer as coisas exatamente do jeito que elas queriam. Como resultado, houve esse retrocesso da digitalização.

Quando você está falando sobre GMPs e removendo o papel desse processo, você precisa do tipo certo de tecnologia de plataforma. Obviamente, você precisa ter os controles corretos dos dispositivos, mas o mais importante é algo que seja suficientemente padronizado para funcionar em toda a organização, e ser capaz de canalizar os dados. É por isso que, sob a minha perspectiva, o código zero foi o passo certo para uma solução digital. As soluções de código zero são tecnicamente configuráveis sob o ponto de vista do sistema GMP, mas também são altamente personalizáveis. Isso abre uma boa oportunidade para apresentar uma maneira simplista de se afastar das soluções em papel.

As plataformas de código zero também têm os benefícios adicionais de substituir uma tonelada de textos por vídeos e a capacidade de fazer a prova de erros. Assim, quando as pessoas veem essa tecnologia, elas têm mais vontade de realmente dar uma chance a ela.

(Patrick Hyett, GSK) Eu concordo totalmente com esse ponto. Com a democratização desses tipos de ferramentas, surge a ideia do autoatendimento, seja RPA (Robotic Process Automation), painéis de BI (Business Inteligence), ou certas tecnologias de aprendizado de máquina. Somos capazes de colocar a tecnologia nas mãos dos operadores sem muita requalificação. E o que as organizações precisam fazer é enfrentar os desafios de incentivar o uso operacional dessas ferramentas sem código − dando às pessoas flexibilidade suficiente para usa-las, mas sob um nível de suporte, orientação e controle de qualidade. E esse é o estágio em que a GSK está no momento.

Pergunta: Quais foram os desafios para obter a adesão da organização?

Respostas:

(Rey Medina, Johnson & Johnson) O que é interessante ver no espaço digital é que temos menos desafios de aceitação porque as empresas estão nos puxando e introduzindo as novas tecnologias que desejam usar. Portanto, o principal desafio é apenas encaixar isso na origem, no teste, no processo de dimensionamento e nos certificar de que estamos fazendo a devida diligência no espaço e nas tecnologias.

Às vezes torna-se um dia de trabalho muito agitado e acelerado, quando todos os nossos parceiros de negócios chegam e dizem: "Ei, queremos uma nova tecnologia", mas, francamente, esta é uma ótima posição para se estar. Trata-se de alinhar a nova tecnologia que eles querem testar com o que estamos procurando dimensionar. Portanto, temos tido sorte a esse respeito.

(Patrick Hyett, GSK) O que vemos é que quando os parceiros de negócios buscam a tecnologia, eles estão muito mais sintonizados em fornecer um caso de negócios forte para ROI. Eles estão muito dispostos a fazer o trabalho para examinar o ROI um pouco mais profundamente.

Uma das coisas mais importantes para conseguir adesão é demonstrar como um projeto vai crescer. Você não deve estar neste ciclo de constante prova de conceito e/ou prova de valor. Todos os gerentes seniores e gerentes locais desejam ver um caminho para escalonar e ver todos os benefícios do negócio, em vez de ver apenas os benefícios de um experimento.

Pergunta: Que conselho você daria a alguém para achar o ROI de uma ferramenta digital?

Aqui está um breve conselho sobre como encontrar o ROI com uma ferramenta digital, seja você uma pequena empresa ou uma grande corporação. Aqui está o que nossos panelistas têm a dizer:

Respostas:

(Rey Medina, Johnson & Johnson) Mencionei anteriormente como as empresas devem encontrar maneiras de trazer novos recursos-chave por meio de tecnologias digitais, em vez de apenas voltar às métricas de mão de obra orientadas pela eficiência. Além disso, o que descobrimos ser mais bem-sucedido é definir um plano de implementação que agregará mais valor ao longo do tempo. Para reduzir o tempo de obtenção de valor, trabalhamos para definir um produto mínimo viável, rapidamente implementado, valor gerado e, em seguida, colocado em camadas nos novos recursos e capacidades ao longo do caminho. Essa abordagem retornou o valor mais cedo e, quanto mais cedo você perceber isso, mais você ganha (ROI).

Tudo isto é sobre rápidos ciclos de adoção e começar com MVPs.

(Patrick Hyett, GSK) Eu diria que realmente você deve focar nos casos de uso e nas proposições de valor em um estágio inicial com as disciplinas certas. Isso geralmente significa envolver cientistas de dados, engenheiros de processo, engenheiros químicos e profissionais desde o início. Se você puder construir rapidamente uma equipe que possa trabalhar em conjunto nos casos de uso e nas propostas de valor, terá a oportunidade de falhar rapidamente no papel e economizar muito tempo. E então, você poderá realmente construir um projeto-chave que possa ser executado.

(David Holt, FactoryTalk) Na verdade, há um exemplo em que estamos trabalhando no momento, e que é relevante para esta questão. Atualmente, estamos trabalhando com uma empresa de vacinas em Cingapura, onde estão desenvolvendo produtos e fabricando em pequena escala. Nós os ajudamos a criar um GMP e uma estratégia de TI regulamentada, e aprendemos que faz sentido para eles digitalizar suas operações de laboratório para tornar mais fácil registrar quais testes estão fazendo e quando estão fazendo trabalho de desenvolvimento. E o que eles começaram a fazer é usar o mesmo laboratório e o mesmo processo de trabalho de GMP para sua fabricação. E então o que acabamos fazendo, por meio de um processo de eliminação de olhar para as altas prioridades, é construir uma solução com foco em QbD (Quality by Design) na Tulip. Já tínhamos conjuntos de dados centrais no aplicativo e podíamos usar os mesmos dados na mesma plataforma para realizar o trabalho de GMP. Quando você começar a entender a magnitude do impacto que uma ferramenta digital pode ter, é quando você saberá que está olhando para algo que criará um ROI significativo.

Leia a parte 1 ➔ aqui

Leia a parte 2aqui

Quer ver como você pode começar a implementar alguns desses conselhos? Você pode entrar em contato conosco aqui ou começar com nosso teste gratuito de 30 dias da Tulip.

Fonte: Tulip

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