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acessos seguros

Como a grande maioria dos acessos não têm IA incorporada à sua tecnologia, a integração da inteligência a acessos seguros requer um esforço colaborativo com um provedor terceirizado de soluções. A análise por vídeo é cada vez mais implementada para lidar com casos de uso como detecção de pessoas, acesso sem autorização e objetos perigosos, além do uso de reconhecimento facial, entre outras questões relevantes para acessos seguros.

A inteligência artificial faz parte do vocabulário da tecnologia global desde o HAL (Heuristically Programmed ALgorithmic), o computador algorítmico programado heuristicamente que foi introduzido pela primeira vez como a IA autoconsciente, que controlou os sistemas da nave espacial Discovery One, no clássico filme de ficção científica  de Arthur C. Clarke de 1968: 2001 - Uma Odisseia no Espaço. HAL era capaz de falar, reconhecer a fala, de fazer reconhecimento facial, processamento de linguagem natural, leitura labial, interpretação de comportamentos emocionais, raciocínio automatizado, pilotagem da nave espacial; e ele era um grande jogador de xadrez. No entanto, no filme, a tendência de HAL para pensar demais se tornou o pior pesadelo do homem, já que a IA projetada para pilotar a missão e proteger a tripulação acabou perdendo a força quando ele se sentiu ameaçado e se tornou uma força malévola.

A genialidade de Clarke e sua visão de como a inteligência artificial e o aprendizado de máquinas apareceriam cinco décadas depois em nosso futuro se manifestou em tudo, desde fábricas automatizadas e automóveis autônomos até nossas companheiras constantes, Siri e Alexa. Com a evolução da dinâmica do armazenamento em nuvem e a capacidade de aproveitar e empregar proativamente um pool cada vez maior de Big Data, a IA sob a forma de aprendizado de máquina e aprendizado profundo se tornou uma força tecnológica disruptiva no setor da segurança física. A IA avançada e recursos de rede mais baratos têm impactado significativamente a vigilância por vídeo, que está entre os maiores beneficiários de processamento mais rápido e análises impactantes. Mesmo a automação de edifícios, sistemas de combate a incêndios, detecção de intrusão e controle de acesso físico e de rede têm a IA incorporada a eles, em muitas competências essenciais.

Antes de dizermos que a IA mudou tudo, devemos recuar um pouco e avaliar o status da IA hoje. Parece claro que a IA tem o potencial de desempenhar um papel cada vez maior em tornar os acessos externos e internos mais seguras a curto prazo. Mas, embora a IA seja capaz de ajudar em muitas tarefas relacionadas à segurança, como discernir pessoas de objetos no perímetro de uma instalação e acessos internos, detectar tentativas de acesso sem autorização, localizar e analisar objetos potencialmente letais e pessoas perigosas e muito mais, a IA sozinha não pode tomar ação para impedir o acesso não autorizado de seres humanos, ou negar o acesso de objetos perigosos.

À medida que avançarmos para uma tecnologia convergente maior na borda, enfrentaremos o dilema de como a IA poderá interagir de forma prática com as soluções de acesso, como portas giratórias, catracas e portas com mola que abrem e fecham automaticamente para atingir as metas de redução de risco. Qualquer desconexão entre os objetivos do proprietário do edifício e as regulações e código de construção é outro fator que pode complicar ainda mais o plano de segurança.

O consultor Ben Butchko, Presidente e CEO da Butchko, Inc. e ex-engenheiro de segurança da ExxonMobil, adverte que os objetivos dos fabricantes devem estar alinhados com as necessidades de seus usuários finais, quando se tratar de conduzir o desenvolvimento de soluções incorporadas com sensores avançados (câmeras, micro-ondas , LIDAR), análise operacional (reconhecimento facial, rastreamento, discriminação de objetos, reconhecimento de padrões) e resposta ativa (bloqueio de acesso, notificação de alerta) que agora previnem ou impedem os riscos detectados no acesso.

Como a grande maioria dos acessos não têm IA incorporada à sua tecnologia, a integração da inteligência a acessos seguros requer um esforço colaborativo com um provedor terceirizado de soluções. A análise por vídeo é cada vez mais implementada para lidar com casos de uso como detecção de pessoas, acesso sem autorização e objetos perigosos, além do uso de reconhecimento facial, entre outras questões relevantes para acessos seguros. A maior integração de provedores de IA com parceiros especializados em segurança resultou em melhorias em:

  • Preço
  • Velocidade
  • Facilidade de uso
  • O uso de aprendizado de máquina para melhorar algoritmos em relação às abordagens tradicionais de modelagem e correlação
  • Integração com outros sistemas e sensores

Para Flavio Maeda, diretor da Konitech, a tecnologia de reconhecimento facial evoluiu muito nos últimos anos, permitindo maior precisão, trazendo mais segurança no controle de acesso. “O reconhecimento facial é uma tecnologia que tende a ficar mesmo depois da pandemia, porque é uma forma de biometria para controle de acesso. Mais segura porque diferentemente de crachás e de cartões que podem ser trocados e perdidos, a biometria facial não pode ser trocada”, assegura Maeda.

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Com informações: Security Infowatch

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